sábado, 3 de setembro de 2011

Que venha a Irlanda.

Nem é bem isso que importa, se valeu a pena ou não. Tudo vale a pena nessa vida, mas eu bem que gostaria de saber até onde foi fetiche e até onde foi sentimento. A coisa toda foi um marco pra mim e vai sempre ser. Eu vou lembrar sempre do seu nome, do seu cheiro, do seu sotaque, Pernambucano. Lembra que você me desvendou por telefone e eu fiquei calada uns três segundos e neguei? É porque eu não tinha pensado daquele jeito nunca e tinha uma vibe tão certa em você. Pareceu dono da verdade de uma forma bem humilde que casou com sua voz.

Rolou essa coisa forte quando te conheci, como se eu já soubesse que fosse te dar. Daí conheci seus amigos, sua vida e sua perspectiva em três ou quatro horas...e admirei! E isso soa tão cheap de se dizer, mas quando você tava em mim eu te amei.

Geminiano, nordestino, cultural e chubby chaser. Eu te atrai na minha mente. Foi pra quebrar uns tabus e reafirmar outros. Me sinto mulher pra sempre.

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